segunda-feira, 29 de abril de 2019

Releitura da postagem "DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM"


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2017/11/desenvolvimento-e-aprendizagem.html > postado em 05 DE NOVEMBRO DE 2017.

Antes mesmo de adquirir este conhecimento acreditava que a aprendizagem humana fosse um  processo  de desenvolvimento de habilidades, competências e conhecimentos no qual o indivíduo passa a adquirir de forma contínua através de experiências e ações vivenciadas, exploradas no meio em que esta inserido.

No entanto, retomando as leituras, conforme Piaget, “Conhecer é modificar, transformar o objeto, e compreender o processo dessa transformação e, consequentemente compreender o modo como o objeto é construído.”(1972, pag. 1)

Resumidamente o sujeito ao transformar o objeto  transforma a si mesmo e neste processo constrói o conhecimento.
Portanto neste sentido, o “desenvolvimento é o processo essencial e cada elemento da aprendizagem ocorre como uma função do desenvolvimento total, em lugar de ser um elemento que explica o desenvolvimento.”

Piaget, pensava o ser humano como um ser biológico em equilíbrio, e acreditava que o inicio do processo de aprendizagem ocorre através de um desequilíbrio do sujeito ao objeto. Para voltar a se equilibrar ele precisaria assimilar e acomodar.
Para as crianças assim como para os adultos, quando o sujeito entra em contato com coisas novas ele tende a se desequilibrar, e assim ele necessita assimilar (agir no objeto) e depois acomodar (adaptação) dentro de seus pensamentos estas “novas coisas”.  Assim sendo, este processo de assimilação e acomodação são fundamentais para que ocorra a aprendizagem.

REFERÊNCIA


PIAGET, Jean. Development and learning. In LAVATTELLY, C. S. e STENDLER, F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt Brace Janovich, 1972. (Trad.: Paulo F. Slomp, prof. FACED/UFRGS. Revisão: Fernando Becker, PPGEdu-UFRGS).

domingo, 28 de abril de 2019

Releitura da postagem "ESTÁDIOS DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO"

Retomando a postagem cujo o linck  <  https://proflualves.blogspot.com/2017/11/estadios-do-desenvolvimento-cognitivo.html#comment-form > postado em 25 DE NOVEMBRO DE 2017.
Para que ocorra os estádios, é necessária uma ordem de sucessão das aquisições, de forma constante, que irão depender da maturação e das experiências anteriores dos indivíduos, que dependendo do meio social pode acelerar ou até impedir sua manifestação. Portanto, “as idades em que surgem os estádios, em cada indivíduo, são variáveis”. (MARQUES E BECKER, 2012, p.”....).
Neste sentido, conforme MARQUES E BECKER,
[...] quando Piaget menciona as idades do aparecimento de um estádio, ou do início de um período do desenvolvimento, ele se refere à média obtida e não à idade de um indivíduo específico ou aos resultados obtidos por esse indivíduo. (2012, p. ...)
Ao rever a postagem foi possível identificar tais características observadas principalmente no período de estágio com crianças de dois a três anos, logo estádio pré-operatório. Este conhecimento me proporcionou maior segurança na elaboração dos planos de ação. Neste  período de estágio o egocentrismo, e a clara capacidade de representação da realidade através do simbólico foram as características que mais se destacaram.
            O egocentrismo manifestando-se principalmente na disputa por algum objeto e a representação simbólica evidenciada em brincadeiras de faz de conta. Por muitas vezes, as crianças brincando entre si reproduziam cenas de seu cotidiano, como por exemplo: a mãe cuidando de seu filho, um chazinho para os amigos ou até mesmo a vovó fazendo um bolinho para o café.

REFERÊNCIA

BECKER, F. e MARQUES, T. Estádios do Desenvolvimento. In: BECKER, F. Educação e construção do conhecimento, 2ª. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Releitura da postagem "PRINCÍPIOS BÁSICOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA"


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2017/07/principios-basicos-da-gestao-democratica.html  >  postado em 12 DE JULHO DE 2017

Conforme GALINA e CARBELLO, "A escola é, por excelência, um espaço privilegiado de construção de relacionamentos e de convivência entre indivíduos de diferentes grupos." Portanto, torna-se o cenário ideal para objetivarmos a criticidade, exercermos a autonomia e a cidadania de forma democrática.
A gestão democrática da educação conforme as determinações da LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, cujo artigo 14 determina:
Art.14 - Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com a suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:               
I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
II - participação das comunidades escolar e local em conselhos  escolares ou equivalentes.

No entanto para que alcancem estes objetivos e se obtenha êxito precisamos contar com mecanismos presentes na escola, que venham a contribuir para a efetivação da democracia nas instituições. Momento pelo qual se emprega a Gestão Democrática com a contribuição das instâncias colegiadas, sendo estas representadas por órgãos como o Conselho Escolar (CE), APMF (Associação de Pais, Mestres e Funcionários), Conselho de Classe e o Grêmio Estudantil.

REFERÊNCIA

BRASIL. Lei Nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. (Com redação atualizada) Disponível em < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm > Acesso em: abril de 2019

GALINA, Irene de Fátima, CARBELLO; Sandra Regina Cassol. INSTÂNCIAS COLEGIADAS: ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA PÚBLICA  Disponível em: < https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/2022674/mod_resource/content/1/Espa%C3%A7os%20de%20Gest%C3%A3o%20Democr%C3%A1tica%20na%20Escola%20P%C3%BAblica.pdf > Acesso em: abril de 2019


Releitura da postagem "CONEXÕES DE UMA REDE DE APRENDIZAGEM"



Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2017/06/as-conexoes-de-uma-rede-de-aprendizagem.html   > postado em 16 DE JUNHO DE 2017

A conexão estabelecida na construção do conhecimento adquirida no transcorrer destes anos corroborou para o desenvolvimento de novos saberes, de ideias e conceitos que aos poucos foram se resignificando.

Hoje, debruçando-me sobre minhas escritas, percebo-as como ferramentas fundamentais para minha prática docente. Possivelmente se não tivéssemos vivenciado a experiência estabelecida e orientada pela interdisciplina do seminário integrador, certamente desconheceríamos o modo que conhecermos as construções que adquiriram sua forma através das interações.

Com este propósito, o portfólio foi utilizado como estratégia de ensino, provocou o pensamento reflexivo cotidianamente através da interação com o outro e com o objeto do conhecimento.  

Reafirmando a pedagogia de FREIRE que, “reflexão crítica permanente deve constituir-se como orientação prioritária para a formação continuada dos professores que buscam a transformação por meio de sua prática educativa”. 

No período de estágio vivenciei está experiência em sua totalidade. Uma rede de conhecimentos, que provocou a comunicação e o pensamento reflexivo, interferindo desta forma na prática docente.


Referências:

ALARCÃO, Isabel (Org). Formação reflexiva de professores: estratégias de supervisão. ( Ser professor reflexivo). Editora Porto, 1996. (Coleção CIDIne).


FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.São Paulo: Paz e Terra, 1996.


domingo, 2 de dezembro de 2018

Releitura da postagem "TAPETE DAS SENSAÇÕES"


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2016/06/tapete-das-sensacoes.html > postado em 28/06/2016.
Considerando que nosso mundo é cheio de informações e que percebemos através dos sentidos. O tapete das sensações é uma proposta pedagógica que possibilita a criança a  experiências de explorar outros materiais partir do tato, (sistema táctil) promovendo o conhecimento de si e do mundo além de potencializar capacidades motoras sensoriais, simbólicas , cognitivas e sociais.
Quando dei inicio no curso, confesso que não tinha a visão que hoje adquiri. Compreendo que  não se trata apenas um jogo mais sim uma possibilidade de proporcionar e estimular ao meu aluno uma considerável parte de conhecimento básico de mundo  articulando  através destes significantes para o desenvolvimento linguístico que através do lúdico oferece experiencias de tato e movimento corporal. 
Conforme Restrepo (1998); "Na falta de uma estimulação táctil adequada, a criança pode apresentar sérios transtornos em seu sistema imunológico, incompatíveis com a vida, ou alterações cognitivas que dificultam o processo de socialização." 

Referencia:

RESTREPO, L. C. O direito à ternura.O CÉREBRO SOCIAL Petrópolis: Vozes, 1998.




Releitura da postagem "AGITAÇÃO QUE FAZ BEM"


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2016/04/agitacao-que-faz-bem.html#comment-form > postado em 18/04/2016.
Na educação infantil, literalmente é brincando que se aprende, e não poderia ser diferente.
E pensando como se da este desenvolvimento podemos observar que o brincar fala de infância a todo o momento. É no brincar, que as crianças se constituem como seres pensantes, são desafios, criações, que muitas vezes nos surpreendem. Crianças, brincam com tudo e expressam possibilidades de estar no mundo. É no brincar que a criança se constrói, pelo simples fato de inventar, inventar o imaginário cabendo a nós ofertar, possibilitar e disponibilizar materiais diversos para este desenvolver.
Nos dias de hoje, existe uma preocupação demasiada de pais e educadores em repassar conteúdos e ou ensinamentos não permitindo que as crianças se expressem de forma espontânea, pois ainda não acreditam que aprendizagens e brincadeiras são elos que se completam no momento de prover o educar principalmente com crianças do ensino infantil e séries iniciais.
E pensando em brincar, como não relembrar de nossas experiências  de criança, andar de bicicleta, correr, pular, jogar bola, brincadeiras desenvolvidas com o grupo, os primos, visinhos, até os adultos participavam, voltavam a ser criança interagindo com os demais ensinando e aprendendo o lado bom de viver a infância. Ser criança, é brincar com tudo, é fazer da vida um poema entre frases e rimas cantando em varias notas, a natureza ao seu entorno.

Releitura da postagem “A LITERATURA E SUAS PROVOCAÇÕES ”


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2016/05/a-literatura-e-suas-provocacoes.html > postado em 27/05/2016.
Assim como nesta faixa etária, hoje realizando meu estágio com crianças de dois a três anos percebe se o quanto momentos de leitura são envolventes na turma. Minha turma é fascinada por livros e  adoram que conte e reconte as história, principalmente suas preferidas. Neste período estágio, em que trabalhei cantos e contos, todos os dias dediquei um espaço para histórias narradas, por mim ou por eles buscando promover relações sociais, oralidade, a expressão do pensamento além de introduzi los  ao saber científico.
Conforme  Vygotsky citado por Silva (2010)

Neste período a criança percebe que cada coisa tem um nome, um signo, um significado. A curiosidade desperta e a criança desenvolve seu vocabulário. Desta forma, é no significado da palavra que o pensamento e a fala se unem em pensamento verbal. É no significado, então, que podemos encontrar as respostas às nossas questões sobre a relação entre o pensamento e a fala.

Referencia:

SILVA, S. D. AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM  Publicado em 22 de July de 2010 Disponível em <
https://www.webartigos.com/artigos/aquisicao-da-linguagem/43208 > Acesso em dezembro.2018