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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

COMPARTILHANDO HISTÓRIAS




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Como de uns tempos para cá passei a desempenhar a função de itinerante na escola, tive a oportunidade de observar e trabalhar vários ensinamentos que adquiri nesta modalidade do PEAD.
Hoje, não foi diferente, fui chamada para auxiliar a professora titular no maternal 1B (3 a 4 anos), quando observei que os alunos estavam relatando seu final de semana. Neste momento, a partir do material ofertado pela interdisciplina de REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS, comecei a instigá-los sobre os fatos que ali estavam sendo relatados. É, em  situações e momentos de trocas de saberes que nos certificamos que cada sujeito tem uma história que precisa ser ouvida, valorizada e compartilhada.
Esta prática é comum nesta turma, principalmente no início da semana. 
Muitos destes relatos enriquecem o fazer pedagógico do educador, pois através de momentos como estes, proporcionamos aos nossos educandos ensinamentos como: respeito ao próximo, compreensão das diferenças, curiosidades, atenção, desenvolvimento linguístico, entre outros.  
Conforme cita FREIRE (1996, p. 47) “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.” Sendo que, neste contexto, cabe a nós professores e futuros pedagogos, agirmos como mediadores desta busca, através da compreensão do conhecimento e suas múltiplas dimensões, formulando e construindo nossos pensamentos e ações voltados as necessidades de nosso cotidiano. 

REFERÊNCIAS

A ESCOLA E SEUS SENTIDOS, IX SIMPÓSIO EDUCAÇÃO E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA: desafios e propostas. Universidade do Estado do Rio de Janeiro Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira CAp-UERJ, 04 a 06 de setembro de 2014

 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa, São Paulo: Paz e Terra, 1996.



domingo, 30 de outubro de 2016

A ESCOLA COMO UM LUGAR POSSÍVEL

Em nossa primeira aula presencial de  REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS fomos convidados a produzir um poema. Atendendo a solicitação e inspirada no tema principal, segue o mesmo.

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A ESCOLA COMO UM LUGAR POSSÍVEL

NA ESCOLA DO TEMPO,
ONDE O FUTURO SE CONSTRÓI.
AS HORAS SÃO AÇÕES.
AÇÕES QUE IMPLICAM RISCOS.
RISCOS, QUE EM  MINUTOS TÃO PRESENTES;
FAZEM DOS SEGUNDOS,
DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA GRANDES DESCOBERTAS.
ESCOLAS DO FUTURO,
NO HOJE E NO AMANHÃ,
ESPERA-SE, FAZER HISTÓRIA;
CRIANDO POSSIBILIDADES NA PRÁTICA,

MUITO ALÉM DO ESPAÇO ESCOLAR.

REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS


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Em nosso primeiro encontro com a disciplina de REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS fomos incitados a refletir sobre a forma como professoras/es e estudantes se relacionam com o tempo e o espaço na escola.
A amplitude do tema nos leva a pensar em vários sentidos, principalmente a construção de identidade do sujeito, a aprendizagem adquirida no decorrer do tempo, experiências e espaços educativos.
Nosso temo é dividido em dois modos sendo eles no modo cartesiano, no qual a realidade se da em termos de objetos separados espaço tridimensional e tempo linear, e no modo transpessoal,  onde neste modo as limitações pessoais naturais da percepção sensorial são transcendidas com padrões energéticos.
Estes dois tempos no século XXI atuam na complementaridade.
Tempo e espaço não se separam, porém nem tudo é medido ou quantitativo.
Varias ideias foram sugeridas, e no grande grupo constatamos que vivencias do presente se articulam no que já foi construído, porém, o tempo escolar passa a ser uma construção social.
O grande desafio é procurar estratégias para que os alunos sintam-se instigados a acessar os diversos espaços existentes além da sala de aula. 

Aprenderemos juntos, na prática, a diferença do apenas ver e do olhar observador/curioso do individuo pesquisador.