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sexta-feira, 15 de junho de 2018

CONCEITUANDO INOVAÇÕES PEDAGÓGICA

Ao tomar a inovação como algo abstrato, perde-se a noção de que ela se realiza em um contexto histórico e social, porque é um processo humano. A inovação existe em determinado lugar, tempo e circunstância, como produto de uma ação humana sobre o ambiente ou meio social. (CUNHA, 2008, p. 23)

Embora, quando pensamos em inovação, direcionamos as idéias a novidades tecnológicas, o artigo revela experiências relatadas pelos professores de forma micro e macro nas diferentes compreensões de inovação e da natureza de cada uma delas. Sejam elas caracterizadas pela ruptura com a forma tradicional de ensinar e aprender, a gestão participativa, a reconfiguração dos saberes, a reorganização da relação teoria/prática, da inovação pedagógica que se manifesta pela perspectiva orgânica no processo de concepção, desenvolvimento e avaliação da experiência desenvolvida, a mediação, e o protagonismo.
Cabe registrar que os movimentos dos professores em direção às possibilidades inovadoras, na grande maioria dos casos estudados, têm origem em situações-problema, ou seja, partem de algum desconforto vivido pelos docentes no trato do conhecimento ou no sucesso da aprendizagem de seus alunos. (CUNHA, 2008, p. 28)

REFERÊNCIA


CUNHA, M. I.  Inovações pedagógicas: o desafio da reconfiguração de saberes na docência universitária, USP, São Paulo, 2008. Disponível em < http://porteiras.r.unipampa.edu.br/portais/cap/files/2010/10/maria_isabel_da_cunha_caderno_VI.pdf > acesso em junho de 2018.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

EXPERIÊNCIA COMO USO DE TECNOLOGIAS EM PROPOSTA PEDAGÓGICA


No início do ano, solicitamos aos responsáveis que enviassem umas duas ou três fotos do aluno no convívio familiar.
Os registros fotográficos são fontes importantíssimas de reflexão, através dela é possível aperfeiçoar a capacidade de leitura das imagens, resgatando memórias de experiências vividas.  [...] a fotografia traz consigo o âmago da veracidade incontestável dos fatos por ela registrados.  (FELIZARDO, SAMAIN, p.210)
Conforme as imagens foram chegando, penduramos na sala de forma que todos tivessem acesso. A princípio a ideia era deixa las penduradas por um mês, no entanto, a proposta deu tão  certo que estendemos nosso prazo.
Começamos a observar que os alunos paravam em frente às fotos por muitas vezes durante o dia, e ali ficavam contemplando suas próprias imagens e dos seus colegas.
Desta forma, percebendo o interesse dos alunos, passamos a utilizar as fotos como aliada nas experiências de movimento corporal, imaginação, criação, construção, favorecendo a interação do eu com o outro visto que todos já possuem uma fala linguística.
Nesta atividade, assim como muita outras é possível perceber as diferenças do grupo. No geral todos participam, como citado anteriormente, eles se reconhecem, reconhecem seus familiares, inclusive a situação em que a foto foi tirada, e identificam os colegas das demais imagens. Para exemplificar, tem uma das imagens, que aparece a mãe gestante e o pai, quando pergunto onde esta você nesta foto, ele fala: Estou aqui, dentro da barriga da mamãe. Todos os colegas já sabem, e não contestam.
Nessa perspectiva, as pesquisas de Piaget certificam a construção e o desenvolvimento dos alunos de nossa turma, onde “a explicação das origens da linguagem e do pensamento é buscada na interiorização do esquematismo sensório motor da criança; portanto, na atividade construtivista do sujeito”. (DONGO MONTOYA, 2006, p. 120).
No entanto, não podemos desconsiderar as experiências de  Vygotsky que “acredita que a aquisição da linguagem na criança se dá devido à interação que a mesma possui com o ambiente que a rodeia e o convívio com outros da espécie.”(SILVA, 2010).

Referências



DONGO MONTOYA, A. O. Pensamento e linguagem: percurso piagetiano de investigação. In: Psicologia em Estudo. Maringá, v. 11, n.1, p. 119-127, jan-abr. 2006.

FELIZARDO, Adair; SAMAIN, Etienne. A fotografia como objeto e recurso de memória. Discursos fotográficos. Londrina, v.3, n.3, p.205-220, 2007. Disponível em: <http://http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/discursosfotograficos/article/view/1500/1246 > Acesso em maio 2018.

SILVA, S. D. AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM  Publicado em 22 de July de 2010 Disponível em < https://www.webartigos.com/artigos/aquisicao-da-linguagem/43208 > Acesso em maio 2018

domingo, 8 de abril de 2018

PEAD 2018/01 - EIXO VII




Agora, reta final, pois neste Eixo VII do PEAD denominado "PRÁTICA PEDAGÓGICA, CURRÍCULO E  AMBIENTES DE APRENDIZAGEM VII - PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO", o Seminário abordará estudos para colaborar com a futura escrita do TCC que terá como base o estágio supervisionado; promoverá estudos considerando o uso de tecnologias digitais e instigará o desenvolvimento da escrita acadêmica e fundamentos da pesquisa para a realização do estágio.
Nesta linha, o semestre terá seu movimento entre as interdisciplinas de LINGUAGEM E EDUCAÇÃO, cuja proposta é oferecer subsídios teóricos e práticos para examinar conceitos referentes aos processos de aquisição da linguagem, desde o ponto de vista dos primeiros sinais de comunicação dos bebês, até o desenvolvimento da fala propriamente dita; DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO, que trabalhará teorias educacionais subjacentes à organização do planejamento, avaliação e organização/produção de materiais didáticos, visando a reflexão critica, oportunizando o conhecimento de vários pensadores, compreendendo, planejando e  analisando bases e implicações das propostas e práticas pedagógicas.
Na sequência, teremos abordagens das interdisciplina de EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL, que buscará compreender a prática de alfabetização de jovens e adultos em seus aspectos históricos, políticos e pedagógicos e EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO, ideando proporcionar a exploração e utilização de ferramentas/recursos virtuais de aprendizagem no contexto educacional, prevendo  abordagens e apropriações destas ferramentas articuladas às experiências docentes, de forma coletiva, investigativa e integrada aos pressupostos educacionais que a norteiam.
Mediante todos estes objetivos, o semestre parece curto, para tantas aprendizagens que serão articuladas. Portanto, este é o momento, de administrar o tempo de modo eficaz estabelecendo uma rotina de estudos que venham a contribuir neste processo de formação. 
Bons estudos a todos/as, e avante!
Rumo formatura, 2019/1!