domingo, 2 de dezembro de 2018

Releitura da postagem “A LITERATURA E SUAS PROVOCAÇÕES ”


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2016/05/a-literatura-e-suas-provocacoes.html > postado em 27/05/2016.
Assim como nesta faixa etária, hoje realizando meu estágio com crianças de dois a três anos percebe se o quanto momentos de leitura são envolventes na turma. Minha turma é fascinada por livros e  adoram que conte e reconte as história, principalmente suas preferidas. Neste período estágio, em que trabalhei cantos e contos, todos os dias dediquei um espaço para histórias narradas, por mim ou por eles buscando promover relações sociais, oralidade, a expressão do pensamento além de introduzi los  ao saber científico.
Conforme  Vygotsky citado por Silva (2010)

Neste período a criança percebe que cada coisa tem um nome, um signo, um significado. A curiosidade desperta e a criança desenvolve seu vocabulário. Desta forma, é no significado da palavra que o pensamento e a fala se unem em pensamento verbal. É no significado, então, que podemos encontrar as respostas às nossas questões sobre a relação entre o pensamento e a fala.

Referencia:

SILVA, S. D. AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM  Publicado em 22 de July de 2010 Disponível em <
https://www.webartigos.com/artigos/aquisicao-da-linguagem/43208 > Acesso em dezembro.2018

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Releitura da postagem “REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELA MATEMÁTICA”


Revendo a postagem cujo o linck < https://proflualves.blogspot.com/2016/10/representacao-do-mundo-pela-matematica.html > inserida em meu portfólio no dia 30 de outubro de 2016, além dos exemplos dos jogos de encaixe ali inseridos, trago a formas geométricas que abordei neste período de estágio com crianças de dois a três anos.
            Com o objetivo de reforçar as aprendizagens com as formas geométricas adquiridas no decorrer deste período de estágio, desenhei no chão da sala com fita crepe o circulo o triângulo, retângulo e o quadrado, nas quais despertaram olhares curiosos.
Com as várias figuras geométricas em E.V.A, eles deveriam identificar as imagens desenhadas no chão que correspondem com a figura que escolheram. E assim fizemos, participei com eles nas primeiras rodadas e depois eles divertiram se sozinhos.
Alguns entenderam bem a proposta, inclusive antes mesmo de concluir a explicação já estavam colocando as imagens em seus respectivos espaços, até mesmo corrigindo as que não estavam no local que os representam. Outros demoram um pouco, mas com a ajuda dos demais, creio que compreenderam.
Com este jogo, além de nomear as figuras, consegui contemplar a classificação e a seriação, tão fundamentais para a construção dos números.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Releitura da postagem “Brincar de Casinha... também”


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2016/06/brincar-de-casinha-tambem.html#comment-form > postado em 25/06/2016.

O jogo simbólico emerge na educação infantil. É no jogo que as crianças descobrem que não são únicos sujeitos da ação, que podem reviver ações do cotidiano através do faz de conta.

É através do jogo de faz de conta, que as crianças aprendem a negociar, a respeitar o ambiente e suas relações, além de exercitarem o desenvolvimento de suas habilidades motoras e progressiva capacidade de pensar,  formando laços afetivos.

Na escola, como professora, explorar a capacidade simbólica da criança através de manifestações espontâneas imitativas e corporais é uma forma de contribuir na construção de valores, atitudes, hábitos deste sujeito.

Em minha concepção e na teias construídas reforço este fazer, incentivar e propiciar momentos de faz de conta da educação infantil é fundamental para a evolução da criança, somente desta forma ela aprendera a resolver seus próprios conflitos. 


Releitura da postagem “O LÚDICO NO CONTEXTO ESCOLAR ”


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2016/07/o-ludico-no-contexto-escolar.html#comment-form > postado em 16/07/2016.

Neste sentido, hoje atuando com crianças de dois a três anos, não é diferente. O lúdico faz parte do dia a dia, e a escola como um local de construção e descobertas, busca proporcionar a este educando ativo, ações que o façam desenvolver agindo e problematizando, aprendendo assimilando conteúdos no prolongamento do processo principalmente na exploração material e do espaço.

Uma das formas de mostrar para as famílias o quanto as experiências diferentes com outras pessoas, em outros lugares, como a troca com seus pares é prazerosa, é quando a criança chega em casa contando o que fez, com alegria por suas conquista, isto tudo é subjetividade, é aprendizagem. É infância feliz!


Releitura da postagem “Reflexão: MÍDIA E CONSUMO NA PRODUÇÃO DA INFÂNCIA PÓS-MODERNA"


Retomando a postagem cujo o linck  < https://proflualves.blogspot.com/2015/10/reflexao-midia-e-consumo-na-producao-da.html#comment-form > postado em 13/10/2015.

Sem dúvida as mídias sejam elas digitais, eletrônicas e impressas exercem sua influência na produção de entretenimento, seduzindo e induzindo ao consumo. A infância é o público-alvo mais vulnerável a estas tentações.  

Para isto a indústria de propagandas se empenha em divulgar produtos com apelos infantis dos personagens que fascinam a gurizada. Um exemplo, é a grande diversidade de produtos que carregam os personagens como: FROZEN, PATRULHA CANINA, PEPPA, LOL SURPRISE, etc.

Na escola, fazer uso das tecnologias é inevitável, faz parte da inovação, no entanto, estimular um consumo consciente, ajuda a criança a ter senso critico e a priorizar.

Uma ação que pode ser aplicada aos pequenos, é propor trocas. Que tal, trocar aquele brinquedo que já o fez feliz, por outro, assim usufruindo de uma nova diversão. Este ano, na escola que trabalho, realizamos duas ações com este objetivo, A FEIRA DE TROCA DE BRINQUEDOS e a FEIRA DE TROCA DE LIVROS. Foi um sucesso.

Eles escolheram o livro e o brinquedo para a troca, e não tivemos nenhuma situação que demonstrasse arrependimento.

Fomentar tais atitudes através de trocas, doações, acordos proporciona aos meus alunos novas construções de valores que em pequenas ações amenizando as influencias de um sistema capitalista e consequentemente consumista. 

 


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Releitura da postagem "MECANISMOS DE DEFESA"


Ao rever a postagem cujo o linck < https://proflualves.blogspot.com/2015/11/mecanismos-de-defesa.html > inserida em meu portfólio no dia 25 de novembro de 2015, trata se de uma publicação que esclarece e exemplifica algumas reações inconsciente que temos chamadas “Mecanismos de Defesa – As Defesas do Ego”.
Buscando em minha realidade na educação infantil, um dos mecanismos mais comuns  que percebemos no ambiente escolar é o da negação. Fácil de perceber  principalmente quando algo que pode ser um brinquedo encontra se danificado e/ou quebrado, pergunto:
O que aconteceu? Quem estragou, e/ou quem mexeu aqui?
Como mecanismo de defesa, eles respondem:
Não sei! Não foi eu!  Mesmo que tenha sido ou que saibam o que ocorreu.  
Outro mecanismo que identifiquei recentemente é o da regressão. 
Um menino de três anos que sempre teve o carinho de todos, no entanto ao nascer seu primo ele passou a demonstrar carências, pedir colinho com freqüência e até mesmo na hora do soninho pede para a professora niná lo.  
Ele não fala o que esta acontecendo, esta reação é inconsciente, ele adora o priminho, mas inconscientemente seu nascimento mexeu com seus sentimentos.


Releitura SEMANA 01 e 02 - 31/08 a 06/09/2015

Revendo a postagem cujo o linck < http://proflualves.blogspot.com/search?updated-max=2015-09-23T14:50:00-07:00&max-results=7 > inserida em meu portfólio no dia 23 de setembro de 2015, percebo que para melhor complementar a escrita seria importante em um primeiro momento descrever as três partes da personalidade humana (ID, EGO, SUPEREGO) segundo as teorias freudianas, e como complementação identifica las na rotina docente.

Como exemplo: O ID, seria basicamente a busca de uma satisfação imediata (inconsciente). Neste sentido poderia trazer a reflexão o que é muito comum na educação infantil, uma criança de três anos, brincando com outras, se interessa pelo brinquedo do colega e o toma de suas mãos. Satisfazendo assim seu desejo de imediato.

No entanto, como professora ao ver tal situação, interfere, explicando que o coleguinha estava brincando, que cada um tem o seu momento, com esta atitude o colega ficará triste e muito zangado.  Nesta situação o EGO entra em ação, reconhecendo que outras crianças também tem suas necessidades e desejos e que ser egoísta não seria o melhor caminho para atender o seu desejo.  

O SUPEREGO neste exemplo estará em formação e dependerá dos ensinamentos ao longo de sua vida, como os valores morais, julgamentos e tradições, que formarão sua personalidade. O SUPEREGO tem como característica a auto observação, logo o SUPEREGO definira se realmente esta atitude é correta e/ou aceitável.  
Somente após a construção de todos estes conhecimentos consigo identificar situações que refletem tais conceitos e assim contornar alguns conflitos, comuns na educação infantil.