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Projeto de aprendizagem ou de trabalho, de acordo com o material disponibilizado, partem de alguns princípios educativos como uma forma de organização do currículo da Escola”, cujo a proposta,
[…] além de conectar-se com uma tradição educativa que tratava de vincular o que se aprende na Escola com as preocupações dos alunos, as questões controversas (que refletem que não existe “uma” ou “a” interpretação dos fenômenos), os problemas que estabelece a “realidade” fora da Escola e de fazer com que os alunos chegassem a ser protagonistas da aprendizagem […] (Hernández, 1998 p. 21)
Portanto, é nos projetos de aprendizagem que na “Educação quanto qualquer campo do conhecimento”, o aluno é considerado o agente ativo portador de ideais e curiosidades que viram a ser objeto de estudo, considerando o lugar e as experiências que os influenciam. Neste contexto, é função da Escola, “contribuir para formá-los para a cidadania e oferecer-lhes, como já se indicou elementos para que tenham possibilidades de construir sua própria história, […]” (Hernández, 1998 p. 24) e através dos professores favorecer uma atitude globalizadora e cooperativada no processo de ensino/aprendizagem.
Quanto a pesquisa-ação HERNÁNDEZ tomava para si as idéias de Kincheloe (1993),
“[…] que o melhor caminho para ensinar alguém a pensar (a apreender compreensivamente) é mediante a pesquisa, observando o contexto social do qual os estudantes procedem e as vias estratégias ou percursos que possam tomar no momento de buscar versões dos fatos que lhes permitam interpretar a realidade. “(1998 p. 25)
Neste sentido o plano de ação contribui na execução do projeto de trabalho/aprendizagem, possibilitando através de uma ação planejada a construção de novos saberes, trazendo ao docente condições de reflexões criticas sobre suas ações.
Referencias Bibliográficas
Hernandéz, F. Um mapa para iniciar um percurso. Transgressão e Mudança na Educação – Os Projetos de Trabalho. RS: Ed. Artes Médicas Sul Ltda, 1998.







