sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

DINÂMICA CORPORAL


 

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Aplicado ao Maternal IB (3 a 4 anos)

Marcar uma linha no chão, um lado será o direito e o outro a esquerda, posicionar os alunos em fila no lado direito.

Desenvolvimento:

Cabe ao professor executar as ordens, e participar da brincadeira:

pular para o lado esquerdo;
pular para o lado direito;
levantar os dois braços ;
baixar o braço direito;
baixar o braço esquerdo;
pular para o lado esquerdo;
sentar no lado esquerdo;
levantar no lado esquerdo ; ...

O objetivo principal da dinâmica é capacitar o aluno a orientar-se no espaço em relação ao ponto de referência. Através destas orientações busca-se proporcionar vivencias de situações corporais que através do brincar, faz com que o indivíduo tenha oportunidades de explorar o meio através de seu corpo. 



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A MATEMÁTICA NA ESCOLA


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A sistematização do ensino da matemática na educação infantil, mas precisamente no maternal, ocorre mediante ação sistemática do professor, que reúne praticas e opções metodológicas a meu ver mais construtivista, no qual leva o aluno a interagir e elaborar seu conhecimento. Desta forma, observo que no maternal II da escola na qual leciona, o ensino da matemática ocorre de maneira exploratória, onde através de atividades lúdicas os conceitos da matemática vão se formando e o aluno vai se construindo e reconstruindo sua própria visão.
Este estádio do desenvolvimento, é o momento ideal para introduzirmos a adição,  subtração, e na sequencia a multiplicação e divisão,  visto que estes  são a base para aprendizagem da matemática.
Conforme Bittar, Freitas e Pais;

[...] é necessário partir dos conhecimentos prévios das crianças, pois elas conhecem os rudimentos das operações antes mesmo de entrar na escola. É comum dividirem balas, cartas ou outros objetos entre si.”  (p. 20, 2013)

É justamente na educação infantil que passamos a sistematizar tais conhecimentos proporcionando a criança uma introdução a alfabetização matemática. 
Na escola, diariamente é trabalhado no coletivo, noções de adição e subtração, sejam através de atividades lúdicas direcionadas, ou até mesmo na simples ação de dividir um brinquedo ou acrescentar  um bloco em suas construções com jogos de encaixe.
Como na atividade anterior, jogos de tabuleiros são excelentes ferramentas de prover a aprendizagem, pois além de auxiliar na motricidade, desenvolvem a socialização, instiga a curiosidade, a percepção e desenvolve o raciocínio lógico.
O objetivo principal da ação do professor é promover esta aprendizagem, incitando e desafiando nossos educandos a realizar suas próprias descobertas matemáticas.

REFERÊNCIA


BITTAR, M.; FREITAS, J. L. M.; PAIS, L. C. Técnicas e Tecnologias no Trabalho com as Operações Aritméticas nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Porto Alegre, Ed. Penso, p.15-48, 2013.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

COMPARTILHANDO HISTÓRIAS




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Como de uns tempos para cá passei a desempenhar a função de itinerante na escola, tive a oportunidade de observar e trabalhar vários ensinamentos que adquiri nesta modalidade do PEAD.
Hoje, não foi diferente, fui chamada para auxiliar a professora titular no maternal 1B (3 a 4 anos), quando observei que os alunos estavam relatando seu final de semana. Neste momento, a partir do material ofertado pela interdisciplina de REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS, comecei a instigá-los sobre os fatos que ali estavam sendo relatados. É, em  situações e momentos de trocas de saberes que nos certificamos que cada sujeito tem uma história que precisa ser ouvida, valorizada e compartilhada.
Esta prática é comum nesta turma, principalmente no início da semana. 
Muitos destes relatos enriquecem o fazer pedagógico do educador, pois através de momentos como estes, proporcionamos aos nossos educandos ensinamentos como: respeito ao próximo, compreensão das diferenças, curiosidades, atenção, desenvolvimento linguístico, entre outros.  
Conforme cita FREIRE (1996, p. 47) “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.” Sendo que, neste contexto, cabe a nós professores e futuros pedagogos, agirmos como mediadores desta busca, através da compreensão do conhecimento e suas múltiplas dimensões, formulando e construindo nossos pensamentos e ações voltados as necessidades de nosso cotidiano. 

REFERÊNCIAS

A ESCOLA E SEUS SENTIDOS, IX SIMPÓSIO EDUCAÇÃO E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA: desafios e propostas. Universidade do Estado do Rio de Janeiro Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira CAp-UERJ, 04 a 06 de setembro de 2014

 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa, São Paulo: Paz e Terra, 1996.



domingo, 30 de outubro de 2016

REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELA MATEMÁTICA

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Em nossa primeira aula de matemática, não tive dúvida do quanto enriquecedor será o decorrer de nosso semestre. Particularmente, sempre gostei  da disciplina, tive excelentes mestres, e desde minhas primeiras experiências com as várias possibilidades inseridas na matemática esta sempre possibilitou-me descobertas.
Como trabalho na Ed. Infantil, a matemática revela-se de forma lúdica, através de atividades e/ou jogos. Os jogos encaixe, por exemplo, podem levantar várias possibilidades, me refiro neste exemplo a crianças de menos de 2 anos, onde por tentativas elas empilham ou encaixam objetos, caracterizando a seriação, ou onde elas mesmas separam os objetos por cores classificando-as.

De acordo com Professora Michele- infantil II (2014)

“Jogos de encaixe despertam a criatividade, desenvolvem as noções de espaço, sequência lógica, tamanho e trabalham a motricidade e a coordenação motora, a partir de montagem de castelos, uma casa, um robô, é possível após a montagem trabalhar a quantificação contando as peças usadas por cada criança, quais tipos de peças foram usadas, sequência de cores, dentre muitas outras atividades.

Conforme material de estudo disponibilizado na discipila:

”Classificação e Seriação são conceitos fundamentais para a construção do número. Segundo Piaget...
Classificar é uma operação lógica da qual nos utilizamos diariamente. As vezes concretamente, quando nos utilizamos de materiais, separando roupas, livros e etc.; outras mentalmente quando nos referimos aos alunos de tal turma, ou palavras paroxítonas. Nota-se que quando classificamos, usamos sempre um critério para separarmos uma coleção de objetos em classes.(...)
(...) A seriação trabalha com as diferenças entre objetos. Diferentemente da classificação que trabalhava com as semelhanças, a seriação busca estabelecer uma relação de diferença que possa ser quantificada e permita que os elementos da coleção possam ser colocados em ordem, seja ela crescente ou decrescente. Dessa forma, seriando, temos uma fila com uma relação estabelecida onde cada objeto tem o seu lugar bem definido e invariável.

Ensinar matemática possibilita ao aluno o desenvolver  a independência em seu cotidiano, raciocínio lógico, generalizar e abstrair, quando bem explanado se tornar um forte aliado no processo de ensino e aprendizagem.

REFERÊNCIAS

Professora Michele - infantil Portal do aluno: JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Ed. 2014 disponível em: < http://colegiocaminhar.com.br/jogos-na-educacao-infantil/ > Acesso em outubro/2016


Conceitos gerais: Classificação e Seriação  disponível em: <http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo4/matematica2/> Acesso em outubro/2016

A ESCOLA COMO UM LUGAR POSSÍVEL

Em nossa primeira aula presencial de  REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS fomos convidados a produzir um poema. Atendendo a solicitação e inspirada no tema principal, segue o mesmo.

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A ESCOLA COMO UM LUGAR POSSÍVEL

NA ESCOLA DO TEMPO,
ONDE O FUTURO SE CONSTRÓI.
AS HORAS SÃO AÇÕES.
AÇÕES QUE IMPLICAM RISCOS.
RISCOS, QUE EM  MINUTOS TÃO PRESENTES;
FAZEM DOS SEGUNDOS,
DESAFIOS E ESTRATÉGIAS PARA GRANDES DESCOBERTAS.
ESCOLAS DO FUTURO,
NO HOJE E NO AMANHÃ,
ESPERA-SE, FAZER HISTÓRIA;
CRIANDO POSSIBILIDADES NA PRÁTICA,

MUITO ALÉM DO ESPAÇO ESCOLAR.

REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS


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Em nosso primeiro encontro com a disciplina de REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS fomos incitados a refletir sobre a forma como professoras/es e estudantes se relacionam com o tempo e o espaço na escola.
A amplitude do tema nos leva a pensar em vários sentidos, principalmente a construção de identidade do sujeito, a aprendizagem adquirida no decorrer do tempo, experiências e espaços educativos.
Nosso temo é dividido em dois modos sendo eles no modo cartesiano, no qual a realidade se da em termos de objetos separados espaço tridimensional e tempo linear, e no modo transpessoal,  onde neste modo as limitações pessoais naturais da percepção sensorial são transcendidas com padrões energéticos.
Estes dois tempos no século XXI atuam na complementaridade.
Tempo e espaço não se separam, porém nem tudo é medido ou quantitativo.
Varias ideias foram sugeridas, e no grande grupo constatamos que vivencias do presente se articulam no que já foi construído, porém, o tempo escolar passa a ser uma construção social.
O grande desafio é procurar estratégias para que os alunos sintam-se instigados a acessar os diversos espaços existentes além da sala de aula. 

Aprenderemos juntos, na prática, a diferença do apenas ver e do olhar observador/curioso do individuo pesquisador.  


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

1º ENCONTRO PRESENCIAL SEMINÁRIO INTEGRADOR IV

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O semestre iniciou, e nosso primeiro encontro presencial foi na interdisciplina de SEMINÁRIO INTEGRADOR IV.
Nesta noite, relembramos as conclusões do semestre anterior juntamente com os demais colegas e apontamos nossas maiores dificuldades no momento de elaborar nossa síntese e de nos prepararmos  para a apresentação do Workshop. Interessante, por muitos momentos pensei que apenas eu tivesse dúvidas e receios, porém todas nós temos muito em comum.
Somos professores, alunos e não aceitamos e nem queremos praticar uma docência meramente transferidora, queremos sim como já escrito por Paulo Freire, proporcionar “[...] condições em que aprender criticamente é possível. E essas condições implicam ou exigem a presença de educadores e de educandos criadores, instigadores, inquietos, rigorosamente curiosos, humildes e persistentes. (1996. p.26)"
            Vejo no Seminário Integrador, este incansável objetivo, desafiador, não permitindo acomodar-nos, buscando para isto constates inovações para melhor praticarmos a docência e vivermos a discência.

REFERÊNCIAS


FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática  educativa, São Paulo: Paz e Terra, 1996